Em 23/ 01/12 por Sérgio Marques
Caros amigos Velejadores,
O nosso skipper conterrâneo Glauco Vaz acaba de chegar com novidades do Caribe. Foi entregar o último BV36, Sherycam, em Grenada. Deixou São Luiz em 29/12 e fundeou em 06/01. Muito bem capitão!
Glauco deixou a tripulação do catamarã Sherycam, agora composta pela Família paranaense Carmen, Fernando e o filho Eros de 3 anos, mas não sem antes terem celebrado juntos a chegada de 2012 da melhor forma possível; velejando em alto mar.
Eles se encontram hoje (23 / 01 / 12 ) em Carriacou, daí em diante seguirão pelas ilhas de barlavento das Antilhas e provavelmente voltarão para o Brasil no contravento a partir de Antigua ou Barbados. Mas por enquanto são apenas planos de cruzeiristas, que estão querendo mesmo é gastar o tempo mergulhando e velejando no mar do caribe!
Muito em breve o nosso skipper terá mais serviço, aguardem.
Abraços.
Em 05/ 01/12 por Eugênio Lisboa Vilar de Melo Júnior - Capitão Amador
Prezados amigos,
No próximo dia 20/01/2012, sexta-feira, zarparemos no Veleiro Anakena com destino às Ilhas da Trindade e Martim Vaz.
Trata-se da primeira expedição partindo de Maceió com destino a mais remota ilha brasileira no Atlântico Sul. É lá onde o Brasil começa.
A distância que separa Maceió da Ilha da Trindade é de cerca de 750 milhas náuticas.
A nossa previsão é de uma viagem tranqüila e que deve durar entre 4 a 6 dias para chegarmos ao nosso destino.
A tripulação do Veleiro Anakena será composta por mim e mais 3 tripulantes, todos da Federação Alagoana de Vela e Motor - FAVM (Cláudio Vieira, Posidônio Tavares e Edgardo Esteban).
Caso queiram acompanhar nossa viagem estamos disponibilizando o link para visualização do rastreio do meu SPOT.
Informamos que, em face da cobertura da Globalstar, em alguns pontos da viagem a visualização do rastreio poderá não estar disponível, voltando algumas horas após. Isso acontece pela ocorrência de áreas com fraca cobertura de satélite.
Basta seguir o link para checar minha localização atualizada:
Veleiro Anakena às Ilhas da Trindade e Martim Vaz
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Em 08/ 11/09 por Bate Vento
O livro relata a história de uma dedicação à vela e às embarcações como opção de vida, que se conclui com uma bela viagem de cruzeiro pelos mares do Caribe, realizada por um casal e dois amigos. Utilizando uma narrativa simples e dinâmica, na primeira pessoa, relata experiências da navegação oceânica incluindo a prática do uso e conceitos gerais dos multicascos e impressões locais; descreve alguns aspectos físicos, sociais, históricos das regiões visitadas e, sobretudo, da navegação, difundindo meios e rotas alternativas para viabilizar uma viagem num simples catamarã à vela. Além das dificuldades e dos prazeres vividos, o ponto que significativamente distingue essa experiência foi a rota de navegação escolhida, praticamente fora de uso nos dias atuais. Lançamento especial pelo site: 30,00 R$
"Tudo é aventura, e delírio, êxtase. Ler cada página desta viagem nos deixa com uma ancestral saudade do perigo. A brisa que sai das páginas e o cheiro de maresia desperta em nossa alma ímpetos de aventura. Esses marujos divinos Moby, Sérgio, Renato e Inô viveram as aventuras que nós não ousamos viver; essa a divina missão, missão que redime a alma e engrandece o espírito, se eternizando de boca em boca. Esse livro feito de um relato, nos leva com ele em sua aventura, por isso é bom ler e reler para, como personagem, entrarmos na história." - Jesus Santos - Artista Plástico e Jornalista
Sérgio Marques
Nasceu em São Luís do Maranhão em 1956. Teve as primeiras noções da vela praticando em bianas e em pequenos e rústicos multicascos. Participou de competições, foi um dos pioneiros amadores maranhenses a velejar além das fronteiras do estado, aprendeu o desenho e o corte das velas com Gustavo Ferrero, dedicou-se ao conhecimento da construção naval, implementando novas tecnologias. Conquistou, em 1992, o Selo de Excelência pela Bienal Brasileira de Design em Curitiba / PR.
A experiência no mar lhe brindou com saborosas vitórias em regatas nacionais, a comandar entregas de barcos no Caribe e em vários pontos da costa brasileira, a exportar vários de seus barcos produzidos no Maranhão e, sobretudo, lhe permitiu, junto com os seus, traçar sua navegação para onde bem entendesse, num barco de sua autoria.
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Em 03/ 10/09 por Bate Vento
BATE VENTO SAILMAKER & CATAMRANS
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batevento@batevento.com.br